Terapia Ocupacional no Alphaville
Desenvolvimento com afeto, técnica e direção clínica.
Terapia Ocupacional com avaliação e acompanhamento para crianças e adolescentes com dificuldades no desenvolvimento, autonomia, processamento sensorial, coordenação motora e participação nas atividades do dia a dia.
Atendimento individualizado, acolhedor e baseado em evidências, em um espaço pensado para a criança se sentir segura.
Terapeuta Ocupacional graduada pela UFMG
Integração Sensorial de Ayres® pela CLASI (Collaborative for Leadership in Ayres Sensory Integration)
Graduada pela UFMG
Formação em Terapia Ocupacional pela Universidade Federal de Minas Gerais.
Certificação internacional
Integração Sensorial de Ayres® pela CLASI (Collaborative for Leadership in Ayres Sensory Integration).
Atuação clínica
Experiência em Terapia Ocupacional com crianças e adolescentes com transtornos do neurodesenvolvimento.
Avaliação estruturada
Instrumentos padronizados, observação clínica e escuta da família para a construção de um plano terapêutico individualizado.
Quem atende
Sobre Yasmin Queiroz
Sou terapeuta ocupacional formada pela UFMG. Minha atuação é fundamentada em evidências científicas, com foco no neurodesenvolvimento, na inclusão escolar e na autonomia de crianças e adolescentes com TEA e TDAH.
Sou apaixonada por esporte e utilizar o movimento como ferramenta para promover o desenvolvimento é uma das coisas que mais me encantam na Terapia Ocupacional.
Minha formação em Integração Sensorial fortalece uma prática que considera aspectos da percepção sensorial, das habilidades sensório-motoras, da praxia e da reatividade sensorial para guiar uma intervenção direcionada às necessidades de cada criança.
Terapeuta Ocupacional graduada pela UFMG
Integração Sensorial de Ayres® pela CLASI (Collaborative for Leadership in Ayres Sensory Integration)
Atendimentos
Como podemos ajudar
Integração Sensorial
Intervenção baseada na abordagem de Integração Sensorial de Ayres, para crianças que reagem de forma intensa (ou quase não reagem) a sons, toques, texturas e movimento.
Saber maisAutonomia nas atividades diárias
Vestir-se, comer, escovar os dentes, tomar banho, dormir. O trabalho é transformar cada rotina difícil em uma conquista possível.
Saber maisAvaliação em Terapia Ocupacional
Um retrato completo de como a criança funciona hoje: o que já faz sozinha, o que precisa de apoio e por onde começar.
Saber maisOrientação familiar
A terapia acontece uma vez por semana. A vida acontece todos os dias, por isso a família entra junto no processo.
Saber maisAcompanhamento escolar
Ponte entre a terapia e a escola, para que a criança tenha as mesmas estratégias nos dois lugares.
Saber maisEstimulação precoce
Intervenção nos primeiros anos, quando o cérebro está mais plástico e cada estímulo rende mais.
Saber mais
Sem mistério
Como começa o acompanhamento
Primeira conversa
Um contato inicial sem compromisso, para entender a sua demanda e explicar como o trabalho funciona.
Avaliação
Sessões de observação da criança em atividade e uma entrevista aprofundada com a família.
Devolutiva e plano
Uma reunião para explicar o que foi encontrado e definir juntos os objetivos terapêuticos.
Acompanhamento
Sessões regulares, com orientação contínua à família e revisão periódica dos objetivos.
Para quem é
Você reconhece alguma dessas situações?
Se sim, faz sentido conversar. Estas são as demandas que mais chegam até aqui.
- Recebeu o diagnóstico há pouco tempo e não sabe por onde começar
- A criança se desorganiza em ambientes cheios ou barulhentos
- As rotinas de banho, alimentação e sono são um desafio diário
- Existe muita dependência de ajuda para se vestir ou se alimentar
- A escola tem relatado dificuldades de adaptação
- Você quer estratégias práticas, não conselhos genéricos
Qual faixa etária é atendida?
Atendemos crianças a partir de 2 anos e adolescentes.
Como funciona o primeiro encontro?
O primeiro encontro acontece com o familiar ou responsável. A criança não precisa estar presente. Caso haja laudos, avaliações ou relatórios anteriores, é interessante apresentá-los.
Quantas sessões de avaliação são necessárias?
Não existe um número fixo. A quantidade depende das demandas apresentadas e dos instrumentos necessários para compreender o caso.
Qual é a frequência da terapia?
Normalmente, o acompanhamento acontece uma ou duas vezes por semana, mas a frequência é definida individualmente a partir da avaliação e dos objetivos terapêuticos.
A família recebe orientações?
Sim. Há devolutiva ao final das sessões e, quando necessário, são realizados encontros específicos de orientação familiar.
Vamos conversar sobre a sua criança?
O primeiro contato é uma conversa, não uma venda. Conte o que está acontecendo e descubra se a terapia ocupacional pode ajudar.
